curtas da semana #38


Há coisas francamente estúpidas. Como, por exemplo, insistirem em voltar a este blog na esperança de ler textos com profundidade intelectual. Há outras extremamente imbecis, como estas frases que ouvi esta semana:

"Lá na escola tornei-me num ícone da defesa dos direitos dos professores. Será que os homens vão passar a chamar-me iCona?"

"Ó bebé, não me chupes tão fundo que ainda encontras petróleo."

"No cu? Olha que já tive um que ficou com ele entalado."

"Adoro o rally! Mas prefiro um bom caralho."


"Conheço uma que tem uma cona que é uma espécie de via verde. Passa tudo!"

"Já comeste o solero de frutos vermelhos? Sabe a pachacha."

"Tens uns lábios que parece a minha rata quando está inchada."

eros dixit #66


Nem queria acreditar no que ela me perguntou a noite passada:

"António, achas que acabou o amor entre nós?"


Respondi-lhe da forma mais carinhosa que encontrei: "Podemos discutir o assunto depois de terminares o broche?" Claro que depois de esguichar naquela boca deliciosa, expliquei-lhe que não tinha nada a temer, que sim, que estava apaixonado por ela, que, se pudesse, faria dela a minha única amante. Tudo mentira. Espero que me perdoem. Não dá jeito nenhum dispensar uma foda certa só porque a gaja anda insegura. É sempre simpático ter uma que pina a tempo e horas e até bate uma punheta ou duas naqueles períodos em que temos pouco tempo, ou paciência, para investir em novas fodas.

A metamorfose da gatinha


Gostava de foder ao som da Dido. Eu sei, péssima escolha. Mas não se precipitem, que vem aí coisa boa. É que, se pensam que Here with Me dá vontade de fazer amor fofinho, desenganem-se. Esta moça era diferente.

Estava convencida que tinha sido trocada à nascença. Dizia mesmo que a mãe tinha sido assediada no confessionário pelo padre e da estranha manifestação de fé tinha resultada esta miúda trigueira, que fazia os seus próprios vestidos, o detergente que usava na cozinha e até o sabão e o champoo que utilizava no banho.

Não havia nada de normal nela. O que fazia do nosso caso algo emocionante e, nalguns momentos, frustrante. Era tão calma que parecia o mar Morto. Mas, meus amigos, como ela pinava...


Quando punha a música da Dido, a tipa transformava-se num bicho selvagem. Abria os botões do vestido que ela própria fez e mostrava aqueles mamilos enormes como as verrugas da sua velha vizinha do 2º esquerdo. Ainda hoje sonho com aquele triângulo peludo, um autêntico matagal com cheiro a cona intenso. Gostava de dançar e sacudir o minúsculo traseiro até me deixar o caralho em fogo. Até os olhos dela mudavam de cor: deixavam de ser o azul bebé dos passeios pelos parques e tornavam-se nas ondas gigantes da Nazaré.

[continua...]

close-up #28 - quem pariu a rata?


Não conheço ninguém, nem mesmo o mais ordinário dos meus amigos, que use a palavra rata no dia-a-dia. Utiliza-se caralho à boca cheia, especialmente quando se quer mandar alguém para o respectivo que o foda, e abusa-se da puta, só porque se acha que as progenitoras dos atingidos são todas umas rameiras que andam a abrir as pernas na esquina da Rua do Poço com a Travessa dos Fornos. Já conas é às carradas. O meu vizinho diz que foi à cona da mulher, a mulher do vizinho insinua que tem a cona aos saltos, o pároco garante que não come a cona da empregada, o sacristão manda o padre para a cona da mãe dele, o taberneiro garante que já não há conas como antigamente e até o bêbedo explica que o taberneiro é um enconado. É uma aviar de conas. Agora rata, que é bom, népias. É, na verdade, a patinha feia da ordinarice.

Pois eu, para contrariar tendências, decidi que vou convidar as mulheres da freguesia a apanhar na rata. Chega de comer-lhes a cona!

cantigas do bandido #22


Pinar com a Maria do Céu é sempre uma festa. É a mais feliz das fodas. É a teoria do bom selvagem de Rousseau aplicada à cona. É a pachacha boa e livre por natureza. Ou seja, é a mais bela crica do universo desde que Eva deu uma trinca na maçã. Por isso, sempre que aplico umas marteladas na moça, saio de casa dela a trautear este belo tema do cancioneiro nacional:

Na coninha da Céu


Vindo eu, vindo eu,
na coninha da Céu,
rebentei-a com vigor,
ai jesus (cumcaralho-foda-se-catusafilhadaputa) que lá vim eu!

Ora zus, truz, truz,
ora zás, trás, trás,
ora mete, enfia, afunda,
ora come-a por detrás!

Vindo eu, vindo eu,
na coninha da Céu,
descuidei-me, torci o pénis,
Ai (cumcaralho-foda-se-trombadadumfilhadaputa) que tanto me doeu!

Vindo eu, vindo eu,
na coninha da Céu,
não senti a minha dor,
nem o cacete desfaleceu.

cuspiu, vai ter que apanhar


Não gosto das que cospem. Pronto, já disse. Esta apanhou com a maior esguichadela da semana, com porra pura, branca como cal, morninha como a meia de leite perfeita, sem aqueles espermatozóides trôpegos de quem passou a manhã a bater punhetas. E, no entanto, apesar da limpeza da langonha, deitou tudo cá para fora. Com nojo.

Decidi, por isso, entalar o nabo naquele bordedo balofo e martelá-la como se estivesse a aplicar-lhe um castigo.


Acho sempre fascinante, quase mágica, a forma como o caralho dilata a rata. A pressão que exerce enquanto desliza até esbarrar no colo do útero, centímetro a centímetro, enchendo-a de chicha. É delicioso o modo como a cona se molda à forma do falo, contraindo e expandindo à medida que o coiso escorrega para dentro e para fora.

Esta, apesar de ter cuspido, teve a sorte de sentir a cabeça da picha inchar dentro dela quando o meu orgasmo se aproximava. Apesar de ter escarrado o imaculado líquido do meu saco seminal, teve o prazer de sentir o pau a latejar dentro dentro dela e conservar na cona aquilo que não quis ter na boca: uma imensa carga de porra quente.

dia de dar coça ao coiso ou coisa #67


Conheci uma que não fornicava. "É pecado", dizia. Era moça religiosa e, por isso, só pinava para reproduzir. Mas isso não a impedia de dar à rata. Foi das mais dedicadas à arte do esfreganço que eu já conheci. Do que ela gostava mais era de sincronizar o meu esguicho de meita com os seus próprios guinchinhos de prazer. No fim, limpava religiosamente a porra do meu corpo com os toalhetes que usava para higienizar os rabinhos dos seus bebés.