Blogger convidado #1 - A executiva que se limpa ao naperon


Hoje, enquanto limpava o madeiro a um lençol de seda, depois de quatro fodas e meia dúzia de minetes, aplicadas a uma executiva cinquentona que me manuseou o bacamarte com tiques de revivalismo impressionista, tive um ataque de nostalgia e comecei a beijá-la na boca, coisa rara neste vosso mestre do pinanço. Mas comovi-me. Também é para momentos como este que nós, que andamos metidos nestas coisas do grelame, trabalhamos.

Ora uma executiva é uma gaja que sabe o que quer. E quando sabe que quer levar nos entrefolhos do cu, temos o dia ganho. Tem lugar um festival de ordens, mas ordens que o fodilhão gosta de ouvir. A gaja exige-nos que a gente lhe faça exactamente aquilo que queremos fazer: “Mete-me isso tudo à bruta por trás! Aguenta, quero que te venhas na cona. Faz a gestão dos recursos desse caralho.” Para depois, “Vai, meu macho, fode-me… rasga-me toda!” E uns minutos depois, “Eu vou gozar, eu estou-me a vir!” E orientam-nos exatamente para o que está a ser feito!

No fim, fez-me um brochezito tão bom que agraciei-lhe o clitóris com a minha língua de ouro. Para terminar apenas um pormenor, revelador da sua condição social. A forma como, depois de tudo engolir, limpou os lábios ao naperon da mesa-de-cabeceira, num movimento simples, discreto, mas eficaz. Deu-me a certeza de estar na presença de alguém com uma educação superior. Ahhh, doce destino!

[também podes publicar a tua história. escreve aqui]

Hoje é dia de dar coça ao coiso ou coisa #8

Soa-me mal essa ideia tonta de estar cada um na sua. É por isso que prefiro esta forma de coçar: cada um na do outro. Como que a chafurdar na lama...

A máquina de foder e seus 3 maridos

[continuação]

Fica louca com a ideia de nunca mais poder voltar a foder. Mas isso foi apenas uma das confissões da Manuela, enquanto se mostrava uma verdadeira máquina de foder. Em breve, irá fazer uma operação à tal máquina que lhe permite foder. Coisa de rotina, garante-me, mas parece que vai passar a foder ainda melhor do que antes. Não faço ideia do que ela fala, mas é estranhamente excitante, de tão insano que é, estar com o pau enterrado naquela máquina de foder, a foder que nem coelhinho da Páscoa, e ouvi-la falar sobre os 3 homens, completamente fodidos da cabeça, com quem se casou.


- Não consigo imaginar alguém incapaz de foder. Ponha só um bocadinho para o lado, ok?... Isso mesmo. Onde é que eu estava?
- Incapaz de foder...
- Ah, sim... Porque hei-de preocupar-me com isso? Espere, tire só um pouquinho... Assim. Está perfeito assim! Já passei por pior. Casei-me com 18 anos e percebi que o meu marido era paneleiro na primeira noite. Vomitou quando me viu nua. Consegue imaginar? Deixe-se estar quieto só uns segundos... Assim, enterradinho. Óptimo! Que estava eu a dizer?
- Marido. Maricas. Vómitos...
- Isso. O meu primeiro marido... Um querido. O segundo andava a fornicar a tia e tratava-a abaixo de cão. Quando descobri, disse-lhe que já era mau andar a comer a irmã da mãe, mas falar dela como um pedaço de manteiga rançosa era pior. Pode voltar a mexer-se? Um pouco para baixo, ok?... Assim mesmo. Falava do segundo marido?
- Sim. E da tia dele.
- A tia... Ah, a tia. Uma idiota! Avisava os filhos que devia-se ter respeito pelas mulheres. A não ser que se tratasse de uma puta. As putas não eram mulheres. Eram putas. Isto era o que ela dizia, a puta!
- Não me diga que teve um terceiro marido...
- Ponha mais fundo, ok?... Assim. Mais um bocadinho... Óptimo! O terceiro andava com cinco ou seis de uma vez. Havia a Noémia, por exemplo, que ficava feliz por ter alguém que a fodesse sem corar e que não se importou quando teve que o partilhar com a prima e, mais tarde, com a empregada. Esta gostava de se meter na banheira da patroa e deixar-se foder debaixo de água. Ui. Está a magoar-me. Só mais um pouco para o lado... Isso... Assim, sim. Que dizia?!

Hoje é dia de dar coça ao coiso ou coisa #7

Nunca sofri por antecipação. Mas já gozei por antecipação. Sim, já dei coça ao coiso antes que a coisa se desse. Já deste coça à coisa antes da chegada do coiso?

Conversas da sarjeta #3

- Eu sei que te pedi para me fazeres vir, e sei que estás a tentar, mas...
- Estou a fazer alguma coisa de errado?
- Não, não estás a fazer nada diferente do normal, mas, neste momento, parece que a minha cona está a ser atacada por um porco-espinho.
- É a barba?
- Não, o problema não és tu, sou eu...
- Queres que te lamba o cu?
- Adoraria, se estivesse com prisão de ventre. Mas para isso tomava um laxante. Eu só quero vir-me, caralho!!! Lambe-me como deve ser!!! Concentra-te no clítoris!!!

Eros dixit #7

Uma ensaboadela no bidé

Anda para a cama. Vamos ficar no quentinho, a tocar-nos. Vou contar-te uma história. Vou contar-te como quero ver-te a comer outra mulher. Como eu a agarraria para ti. Como a deixaria encharcada. Só para ti. Como conduziria o teu caralho até à boca dela. À cona dela. Como silenciaria os gemidos dela com a minha boca. Como lhe coçaria o clítoris enquanto a fodias, obrigando-a a vir-se no teu pau. Eu sei que gostas destas histórias badalhocas.

A Natália podia ter dito isto ou outra coisa do género. Mas não disse. Ficou-se por um "bora pr'á cama pinar"! O que, noutras ocasiões, seria o melhor preliminar da história. Ou seja, nada de pré-queca é normalmente a melhor queca. Desta vez não. Especialmente depois da nega que me obrigou a papar pito ianque.


Decidi então que haveria aquecimento antes do coito. Uma coisa levezinha. "Bora pr'á casa de banho, isso sim!" Ela fez cara de má, que na cama é que é, que não gosta de o fazer em pé, que não tem idade para coisa e tal, que uma escorregadela podia levá-la ao hospital... Um chorrilho de disparates que nunca mais acabava. Ora, como sou casmurro que nem um asno, arrastei-a até ao bidé. Não, não queria aviar-lhe a bilha contra a parede enfeitada de azulejos. Queria assistir a um solo de masturbação feminina. Uma punheta de mulher, como dizem os meus amigos cariocas.

- Agora lava essa cona! Quero ver-te ensaboá-la para mim! Depois sim, podemos ir para a cama onde comes o teu marido.
- Estou suja, é?
- Vais ficar suja quando te esporrar esse corpinho todo! Quero bater uma enquanto te vejo esfregar a rata. E quando estiver quase a vir-me, quero que o engulas até à garganta. Quero ver-te espumar langonha pela boca.

Eros dixit #6

Hoje é dia de dar coça ao coiso ou coisa #6

Há dias em que um gajo pina tudo e mais um par de botas. Cai na primeira pachacha que lhe aparece à frente.

Consegues descrever o teu orgasmo?

É daquelas perguntas que um gajo faz às gajas e nunca é confrontado com a coisa. É assustador! É por isso que, quando escrevo sobre quecas, perco pouco tempo com a parte física e mais com o contexto da dita. Uma foda é uma foda, dizem-me. É. Mas não é. É entra e sai, mas é também onde entra e de onde sai. E como. Especialmente como entra e como sai.

Estava na cama, com o pau na mão. Duro como o caralho. Não tinha qualquer imagem específica à minha frente. Não tinha qualquer estímulo pornográfico. Estava apenas focado no orgasmo iminente. Queria descrevê-lo. Sem distracções. Esfregava-o, apertava-o, acariciava-o e sentia aquele volume de porra a avançar. Até à base da cabeça do pau. É uma sensação muito pouco diferente da vontade de mijar. É mais doce. Mais sôfrego. Sei que tem um final feliz. Bem mais feliz do que verter águas. Mas só o sei por experiência.

Percebi que, se continuasse no mesmo ritmo, vinha-me. Por isso, abrandei. Senti a picha a contrair-se, pressionado pela porra. Não é apenas antecipação de algo que aí vem. É prazer naquele exacto momento. Como uma boa banda sonora. É tensão e pressão. Está concentrado no pau, mas flui pelas minhas pernas, pelo meu peito...


Normalmente, neste ponto, aproximar-me-ia o mais possível do orgasmo e depois afastar-me-ia, parando alguns segundos, para me dar tempo para recuperar e, só então, voltaria ao mesmo. Faria isso 2, 3, 4, 6 vezes. Levaria cada vez menos tempo, até ao ponto de não-retorno. Até finalmente ceder e permitir que se desse a enxurrada. Desta vez, no entanto, fixei-me naquele momento, em que, se o fizesse um pouco mais rápido, vinha-me. Estava no precipício: pressão gigantesca na picha, formigueiro no corpo, coração acelerado e músculos contraídos, à espera do que se seguiria.

Hoje é dia de dar coça ao coiso ou coisa #5

Cona assim, sim: gulosa, perfumada e ginasticada, daquelas que deixam uma pocinha de mel na cuequinha.

Conversas da sarjeta #2

- Hoje sonhei que fodia apenas com um. O único. E sabia tão bem a monogamia...
- Há uns anos valentes, o ser humano sonhou em voar.
- O que é que a monogamia tem a ver com isso?
- Em vez de saltarmos de um penhasco com umas asas de cartão amarradas aos braços, inventámos o avião.
- Andaste a beber?
- Antes dos aviões, o ser humano sonhou em despachar a merda lá de casa com um só dedo. Em vez de cagar num penico e lançar o cagalhão pela janela, inventou o autoclismo.
- Estou perdida! Onde é que queres chegar?
- É o instinto: queremos alcançar o improvável e inventamos uma máquina. Se insistes nesse disparate de monogamia, inventa uma máquina e passeia-te com ela. Se calhar, até te despacha a merda lá de casa e põe-te a voar.