22 outubro 2017

Não sabia que estava a passar fome

Foi o que se chama um fodão. Badalhoco como eu gosto. Desprendido como se exige. E tudo de pantufas. Sem a barulheira do caralho que costuma acontecer quando esgravato conas introvertidas.
Expliquei-lhe:
- Não te venhas enquanto eu não te disser!
E ela aguentou.
Ordenei:
- Vem-te nos meus dedos, sua cabra!
E ela gozou que nem uma perdida.


A despedida, no entanto, deixou-me inquieto. Pareceu inofensivo, gratificante até, mas a pulga, a filha da puta da pulga, não me largava a orelha.
Sussurou ela, ainda a pingar nos meus dedos:
- Não sabia que estava a passar fome até te provar.
Já tinha ouvido aquilo nalgum lado... Descobri este fim de semana. Cantava uma tal de Hailee Steinfeld na rádio:
I didn’t know that I was starving till I tasted you
Don’t need no butterflies when you give me the whole damn zoo
By the way, by the way, you do things to my body
And I didn’t know that I was starving till I tasted you

21 outubro 2017

20 outubro 2017

Conversas da sarjeta #28

- O meu chefe bateu-me hoje.
- Estás a brincar...
- O escritório estava vazio. Entrou no meu gabinete e perguntou-me como é que eu avaliava o meu desempenho. Disse-me: "Achas que mereces ser repreendida?"
- E o que é que respondeste?
- Sim, mereço.
- Não acredito!
- Eu também fiquei admirada com as palavras que saíram da minha boca.
- ...
- De repente, ele agarrou-me nas mãos e colocou-as sobre a mesa. Pôs-se trás de mim e fiquei à espera de ouvir o ziper a abrir.
- E então?
- Em vez disso, ouvi o som do cinto a deslizar nas calças.

19 outubro 2017

Hoje é dia de bicos

Não, não estou a falar de broches, apesar desta gaja ter boca de quem chupa caralhos desde o tempo da maria-cachucha. Estou a falar de mamilos. Duros e arrebitados. Daqueles que me deixam o nabo a abanar. Exactamente como o cão agita o rabo de contente.


Hoje é dia de trabalhar nos bicos da Elvira. Provavelmente não é o nome dela, mas é isso que ela me faz lembrar. Conheci-a por acaso. Tinha um vestido preto comprido, a varrer o chão. Mostrava um decote tão descaído que escavava até ao umbigo. Provavelmente poderia cair ali dentro e nunca mais ser visto. Quando se despediu de mim, endireitou-me a gravata e perguntou muito séria:
- Alguma vez foste fodido por uma mulher perversa?
- ...
Tinha que esconder o embaraço. Rapidamente. Demorei uns longos 15 segundos a responder:
- Já tentei. Mas essas são cruéis e dizem-me que não só para me fazer sofrer.

18 outubro 2017

17 outubro 2017

Hoje é dia de dar coça ao coiso ou coisa #45


Perguntaram-me se era mais excitante a vida quando vivia grande metrópole. Contei-lhes a história da vizinha do 5ºB, que dizia sempre que me encontrava: "Mais vale uma mão marota do que a mão pesada." Percebem onde ela queria chegar?

16 outubro 2017

Abre as pernas e deixa-me aliviar-te

Havia tanto tempo que não papava aquele papo de cona... Mas hoje acordei com a picha bem disposta e decidi contratar a Raquel, e o seu belíssimo mamalhal, para fazer as sementeiras de Inverno. Era madrugada, sentia-se um vergonhoso cheiro de queimado no ar e o nevoeiro só nos deixava ver um palmo à frente da cara. Ela agarrava-se a mim com medo de fantasmas que não existem. Eu estava feliz por sentir os tintins aos saltos de tesão.


- Não se vê um caralho.
- Podias bater-me uma que ninguém notava.
- O doutor não deve estar bom da cabeça.
- Então bato-te eu... Espera aí. Qual é a congénere de punheta? O que é que as mulheres fazem à cona? Dão-lhe uma esfrega?
- Os brasileiros chamam-lhe siririca.
- E tu o que é que lhe chamas?
- Eu digo que vou aliviar-me.
- Então abre as pernas. Deixa-me aliviar-te.
- Rapidinho, que pode aparecer alguém.

15 outubro 2017

Curtas da semana #19

Queria um tautau no momento em que lhe enfiasse o pau cona adentro, mas ficou com o tau. Amuou. Explodiu de dores. Aplicou-me um valente estalo e disse: "Puta que pariu!! Não podes enfiar o coiso assim, a seco. É como espetar uma vassoura no cu. Sem vaselina!"


Fiquei esbodegado de tanto pinar esta tipa. Tinha a cona tão apertada que parecia que martelava numa viga de pau-santo. Como não fui feito para ser carpinteiro, escrevi um lembrete no meu bloco de notas: escolhe gajas com mais chicha.

Lembrei-me então da cona mais musculada que já papei. Tinha uma capacidade de sucção do outro mundo. Foi a única vez que me preocupei com o futuro dos meu colhões. Aquilo não era apenas um buraco para enfiar o nabo. Era o furacão Katrina do pinanço.

Há uma nova empregada de balcão no café da aldeia. Surpresa: está a fazer um mestrado em Engenharia Biológica. Já percebi que é a miúda certa para ensinar a forma correcta de fazer um broche competente.

Tirou-me um café miserável, pedi-lhe explicações e respondeu-me com o que me pareceu um eufemismo: "És um idiota do caralho!"

14 outubro 2017

13 outubro 2017

Tive 22 caralhos dentro de mim

[continuação]

Não demorou muito até ficar sozinho com a Suzete. Estava-lhe na cara. O nariz arrebitado não é marca de nascença. É um sinal claro de que estamos perante uma ordinária que só fica satisfeita quando tem o que quer. E ela só queria uma coisa: este menir fálico dentro dela. Só não consegui perceber onde. Cona ou cu? Na boca não, que aquela penca é uma excelente forma de preservar a virgindade oral da moça.


Recebeu-me em casa como eu gosto. Como uma ordinária. Deixou cair o robe de seda, agarrou-me pela mão e levou-me até ao quarto. Não demorei muito a tirar a roupa. Empurrei-a para a cama com um grunhido, afastei-lhe as pernas e puxei-a até à borda. Sorriu, como que a dizer que estava mortinha para ter pau naquela rata. Enfiei a picha sem a preparar para a coisa. Ela gemeu, agarrou-me pelo cabelo e segredou:
- Queres que te diga agora?
Murmurei um sim.
- Chama-me puta! Chama-me puta e eu digo-te.
- Diz-me, sua puta, quantos homens te foderam assim?
Começou a abanar a cabeça e a revirar os olhos enquanto a martelava com mais força.
- Quantos caralhos tiveste dentro de ti? Quantas vezes tiveste que implorar para te comerem como uma galdéria?
- Foda-se, não aguento mais! Fodi com 22. Tive 22 caralhos dentro de mim.

12 outubro 2017

Conversas da sarjeta #27


- Vou trazer-te das montanhas flores alegres, copihues, avelãs escuras e cestos silvestres de beijos.
- Ui. Citar Neruda é golpe baixo.
- Quero fazer contigo o que a Primavera faz com as cerejeiras.
- Oh, meu querido, obrigado pela oferta, mas já fizeram isso à minha cerejeira há muito, muito tempo. Sabes perfeitamente o que eu quero que tu me faças...
- Se pois guardar devemos castidade, Para que nos deu Deus porras leiteiras, Senão para foder com liberdade? Fodam-se, pois, casadas e solteiras, E seja isto já, que é curta a idade, E as horas do prazer voam ligeiras!
- Bocage é mais o meu estilo. Anda cá, meu rapazinho. Fode-me antes que chegue o cabrão do meu marido.